palhaço rui circo

Rui, o visionário da verdade!

por 1 de Junho de 2017Os textos do Damas0 Comentários

Nada melhor que verificar pensamentos de altos comissários da razão no dia 1 de Junho, o dia da criança. Temos tido constantemente uma imprensa podre, em mundos das mil cores, com outras tantas contratações diárias (possivelmente o Sporting Clube de Portugal está já na iminência de ter 2 plantéis, tais não são os reforços para chegar). Embora desnorteado com o que se noticia continuo a abrir jornais. Com razão, cada vez mais fico surpreendido.

Rui Gomes da Silva, numa das suas excêntricas crónicas, decidiu que se viu obrigado a informar o público sobre a sua opinião acerca do videoárbitro, algo que não foi anteriormente possível devido a razões inerentes ao seu trabalho. Além de voltar a atacar os seus fantasmas “sem nome” refere que outros não querem que a sua equipa ganhe e mesmo com a introdução desta nova tecnologia a mesma continua a vencer, indiciando desta feita a Taça de Portugal.

O auge, no entanto, surgiu com a seguinte conjugação de palavras:
“[Se] os fiscais de linha continuam a ter a mesma conduta no fora de jogo … para a sua classificação … vão continuar a contar as decisões acertadas e aquelas que não o são (os lances de fora de jogo bem ou mal assinalados)?
Que sentido faz, com o vídeoárbitro,… a regras do fora de jogo continuar a ser controlada e aplicada pelo árbitro auxiliar?
[Será] justo que as equipas possam ser prejudicadas pelas precipitações do fiscal de linha (e o que é que estes lá estão a fazer)?
E o silêncio dos árbitros sobre tudo isto… calados em nome dos benefícios ou dos prejuízos na sua ação enquanto juízes?
Por fim, a pergunta mais pertinente de todas: pode ou não o jogo ser controlado, não pelo árbitro, mas pelo vídeoárbitro,… pode ou não o vídeoárbitro arbitrar o jogo desde a sala de operações, influenciando, controlando, interferindo, minuto a minuto e através da escuta, no trabalho do árbitro?
Se pode, para que é que o futebol precisa do árbitro?”

A minha questão para este permanente prémio Nobel é: Para que serve uma brigada de trânsito se continuam a instalar avisos, marcas rodoviárias, sinais verticais e luminosos nas estradas? Não seria mais fácil deixar os agentes de autoridade ficarem com toda a responsabilidade no território nacional?
Foi um sentido de oportunidade imenso. Tal como um Chihuahua que ladra ao longe a um animal com 50 vezes o seu tamanho e que acaba por recuar perante o mesmo porque a sua percepção de distância fez com que o dito cujo parecesse mais pequeno. Opiniões antes da final da taça… zero. Agora é bem mais fácil brincar às pistolas.

A moral da história deste dia é a de que têm de continuar a existir erros para que se possa continuar a culpar os intervenientes humanos. Culpar… ou oferecer jantares dignos de Condes já que se não existirem tantas falhas onde é que se vai pegar sem ser pelo jogo dentro das 4 linhas?
Pois é Rui!