Onde é que anda o Sniper?

por 19 de Maio de 2014Os textos do Damas0 Comentários

Já que nos encontramos em infinitas contratações segundo alguns órgãos dos Media, podemos sempre imaginar para qual melhor o Sporting se poderá tornar na próxima época. Temos de encarar que é normal que se queiram fazer notícias mesmo quando não passam de sonhos molhados porque falar hoje e desmentir amanhã já são 2 jornais vendidos e em tempos de guerra qualquer buraco é trincheira. Há que saber contornar a crise.

Assim sendo e não esperando ainda pela fotocópia dos contractos, podemos entrar nesta onda fantasista e tentar acertar nos 10 por cento de casos "Bullseye" que se tornarão realidade em algumas semanas ou até meses. É neste caminho já trilhado, em que não os conseguindo vencer, vou juntar-me a eles, que quero como prenda no sapatinho para este natal de verão uma fotocópia do Pirlo.

Não é preciso o Pirlo porque para pagar um ordenado daqueles teria de ser vendida todos os meses uma parte do estádio Alvalade XXI. A minha condição de pedinte tem muito a ver com vídeos do senhor bolas paradas que todas as semanas aparecem na TVGolo e então ponho me a pensar:Há quanto tempo não marcamos um livre directo com sucesso? Têm sido tão raros os casos que só me vem à cabeça o golo que o Jeffren marcou em casa ao Marítimo na época de estreia com a nossa camisola. Se eu não me esquecerei desse golo o hispano-venezuelano muito menos porque pouco faltou para a perna dele ter ido parar à bancada. Mais uma lesão, porra!

Fui mal habituado, é certo! Sou dos tempos do André Cruz por cá e do Mihajlovic (por lá) a armarem-se em Robin Hoods do futebol mas com altas margens de sucesso em enfiar a bola na gaveta, fosse de onde fosse. A solução poderá encontrar-se já dentro do nosso seio, ainda não se sabe. O que o adepto sabe é que o Pirlo é um exímio marcador de livres e também excelente na espinha dorsal da Juventus. De números 10 também falamos em vários namoros de mercado, por agora a música é outra. Há uns anitos era gajo de dar 2 tiros na TV cada vez que sofríamos golos de canto porque as equipas pequenas apostam fortemente nessa arma para conseguir contrariar um caudal ofensivo menos forte em comparação com um Sporting de maior porte tático.

Resolvido esse problema, esta época também já mostrámos que amor com amor se paga e também dominámos esse campo na arte de fazer golos.Volto então a bater na tecla dos livres directos. Basta que um jogador marque entre 4 a 10 golos por época (eu sei que 10 é exagero) em alturas do jogo em que não importa se a intensidade é alta ou baixa. Estes golos certamente teriam influência em mais resultados e se formos a pensar no que a Liga dos Campeões será para nós aos olhos de colossos europeus, teremos de mostrar que a equipa pequena do grupo não seremos nós. Sinceramente, não me vou contentar com apenas 6 jogos como algumas cabeças que opinam neste país assim o vêem nas suas bolas de cristal e, cépticos, transmitem aos olhos dos outros que a nossa próxima participação na Champions será tipo visita de médico, numa página efémera do futebol português. Quem sabe se não teremos já jogadores com essa característica, o Shikabala dos últimos 15 minutos de campeonato fez levantar mais cadeiras que os nossos 2 jogos de fim de época, a feijões mesmo assim. O homem também marca livres mas não calhou nenhum.

Se calha a ter acontecido contra o Estoril, hoje teria de falar de outra coisa mas com a mesma felicidade.Sinal de esperteza teve o Benfica. O Steven Vitória foi rei marcador de livres na época passada. Compraram e arrumaram-no num canto! Menos uma preocupação para eles...

 

Verde, logo existo!