Os 5 pensamentos.

por 24 de Agosto de 2012O Sporting lá fora0 Comentários

O Sporting sai da Dinamarca com um empate a um golo, o que nos dá vantagem para a segunda mão em Alvalade. Dito isto, passo ao que realmente interessa. 

Ontem, aquilo a que assistimos, não pode deixar de ser considerado e qualificado como péssimo! Não ganhar ao 4º classificado dinamarquês deveria ser motivo de reflexão dentro do plantel. Do meu ponto de vista, o Sporting tem e terá sempre de ganhar frente a estas equipas de 3ª ou 4ª linha do futebol europeu: jogando bem ou jogando mal; com menos um jogador; com ou sem trincos; com ou sem números 10 ou noutra situação qualquer.
Diz o nosso treinador que chutámos 25 vezes e que metade dessas bolas podiam resultar em golo. Correcto, mas já alguém disse a Ricardo Sá pinto que, no Sporting, não se vive de vitórias morais? Eu prefiro que se chute duas vezes e que se façam dois golos, pode ser?! Contudo, confesso que sou admirador de Ricardo Sá Pinto e que, quando a escolha recaiu sobre ele, pensei – e quero continuar a pensar – que seria o homem perfeito para capitanear o barco. Recordando-o como jogador, foi sem dúvida um lutador, que honrou a camisola, como nós adeptos exigimos a todos aqueles que a vestem, mas, como treinador, começo a pensar seriamente não chegará ao Natal. Vale o que vale.

Hoje, são 5 os pensamentos que me ocorrem, e que passo a enumerar:
1º – Como é que se pode lutar por algum título se não temos um matador? Ontem foi penoso!
2º – Já lá vão dois meses de trabalho e Ricardo Sá Pinto não arranja um onze-base. Isto é normal?
3º – Se não vejo lá o Polga, como é que ainda continuo a ver charutadas para ninguém?
4º – Será que defender os jogadores após exibições fracas traz algo de vantajoso? Começo a não gostar nada dos discursos no fim das partidas.
5º – Sem menos importância, o que fizeram a Onyewu? É assim que se trata um profissional? É assim que te trata quem ama jogar no clube? No mínimo, é estranho!

Para finalizar, quero deixar um reparo. O facto de criticar o meu clube não e sinónimo de descrença, mas sim de exigência, pois num clube centenário como o Sporting, mediania e mediocridade são adjectivos que não podem andar de mãos dadas. Continuo e continuarei a acreditar, pois é essa a fibra que nos separa dos demais. Sporting hoje, amanhã e Sempre!