O bom, o mau e a obrigação

por 31 de Agosto de 2012À saída do estádio0 Comentários

O Sporting apresentou-se ontem em Alvalade com a noção de que era preciso jogar bem e golear. É certo que não foi um jogo de encher o olho, mas tambem é injusto dizer que não foi um jogo bem conseguido. A meu ver, foram alcançados os serviços minimos. À imagem do meu amigo João Alexandre, começo este post com um provérbio – Não se pode agradar a Gregos e a Troianos – mas, ao contrário do que ele utilizou, este é um dos provérbios perfeitos para descrever o que leio, o que oiço e o que vejo das opiniões dos adeptos do Sporting, em relação ao jogo de ontem. Eu descrevo-o assim:

O bom;

  • Os 25 mil adeptos que ontem estiveram no estádio. Um clube com adeptos assim nunca morre.
  • O jogo de Gelson Fernandes. O M.V.P da noite, um jogasso.
  • Cédric. Alguém se lembra de João Pereira? Eu não.
  • No jogo de ontem, o Sporting utilizou 5 jogadores da formação
  • Bom jogo de Pranjic.
  • A maravilha de André Carrillo. Que golo!   
  • O regresso aos golos de Ricky.

O mau;
  • A falta de qualidade do adversário.
  • A teimosia em jogar para trás e para o lado.
  • A quantidade de oportunidades desperdiçadas. Foram 6 para lá dos golos.
  • O número de passes falhados.
  • O não aproveitamento dos lances de bola parada. 
  • Uma das claques passar mais tempo a cantar “joguem à bola” do que a apoiar a equipa.

A “obrigação” do Sporting passava por ganhar; foi conseguida. Uma goleada justa e que peca por escassa. Dá também tempo, e um pouco de tranquilidade, a Sá Pinto e aos jogadores. Dentro de 15 dias, vamos aos Barreiros na esperança que a tempestade tenha passado e que o Sporting tenha acordado para uma boa época. Por fim, e por falar em obrigações, faltam menos de 24 horas para fechar o mercado de transferências e não há um ponta de lança para discutir o lugar com Van Wolfswinkel? Oh Freitas, andas a dormir!